Quanto custa a ETA para o Reino Unido? A resposta séria tem duas partes. A taxa oficial é única e paga por pessoa, mas o montante exato é revisto periodicamente, e a última revisão aconteceu em abril de 2026. Qualquer artigo que fixe um valor concreto arrisca-se a estar desatualizado no mês seguinte. Este comparativo organiza o custo por componentes: o que é a taxa oficial, quem a paga, quando se paga de novo e como a ETA se compara ao visto de visita. Assim, planeia o orçamento da viagem sem surpresas.

Em resumo

  • A taxa oficial da ETA é paga por pessoa: bebés e crianças incluídos, sem desconto familiar.
  • O valor foi revisto em abril de 2026 e aplica-se a taxa em vigor na data de submissão, por isso confirme sempre os valores atuais no momento da candidatura.
  • O pagamento é processado em libras esterlinas; quem usa um cartão em euros fica sujeito ao câmbio aplicado pelo banco.
  • Um passaporte novo invalida a ETA anterior: nova candidatura, nova taxa, mesmo dentro do prazo de dois anos.
  • Em caso de recusa, a taxa oficial não é devolvida. A Proteção contra Recusa da OlaVisa significa sem taxas de serviço adicionais se o seu pedido for recusado.
  • A ETA pertence a uma categoria de custo muito inferior à do visto de visita e cobre a maioria das viagens de portugueses ao Reino Unido.

1. Taxa oficial e custo de serviço: duas componentes distintas

O custo de uma ETA tem no máximo duas componentes: a taxa oficial, que todos pagam, e um custo de serviço, que só existe quando escolhe apoio profissional na candidatura. A taxa oficial é cobrada no momento da submissão e é igual para todos os viajantes, quer o pedido seja feito na aplicação UK ETA no telemóvel, quer no formulário online: o valor é o mesmo em ambos os canais.

O custo de serviço é outra história. Existem sites que cobram valores acrescidos para submeter exatamente o mesmo formulário, sem qualquer análise humana. Um serviço de consultoria sério funciona de forma diferente: o valor cobre trabalho real, como a triagem de elegibilidade e a verificação dos dados antes da submissão. Na OlaVisa, a revisão pré-submissão deteta erros antes de o pagamento ser processado, o que evita a despesa mais irritante deste processo: pagar a taxa oficial duas vezes por causa de uma gralha.

2. Pagamento por pessoa: bebés e crianças contam

Cada viajante precisa da sua própria ETA e paga a sua própria taxa, independentemente da idade. Uma família de quatro pessoas faz quatro candidaturas e paga quatro taxas. Não existe desconto familiar, tarifa reduzida para menores nem isenção para bebés de colo.

Quatro passaportes e uma carteira sobre uma mesa de madeira

Para orçamentar, a conta é simples: multiplique a taxa em vigor pelo número de viajantes. Há, no entanto, um fator que dilui o custo. A ETA é válida por dois anos, ou até o passaporte expirar, e cobre viagens ilimitadas nesse período, com estadias até seis meses de cada vez. Quem visita o Reino Unido várias vezes por ano paga a taxa uma vez e usa a mesma autorização em todas as viagens. O guia da ETA para portugueses detalha as regras de validade e utilização para quem parte de Portugal.

3. A taxa foi revista em abril de 2026

A taxa oficial da ETA foi revista em abril de 2026, e o valor aplicável é sempre o que estiver em vigor na data em que submete o pedido, não na data da viagem. Quem pediu a ETA antes da revisão não paga qualquer diferença: a autorização mantém-se válida até ao fim do prazo normal.

Esta regra tem uma consequência prática. Como os valores são atualizados periodicamente, adiar a candidatura raramente compensa: o pedido feito cedo fica ao valor de hoje e a validade de dois anos cobre as viagens seguintes. Antes de pagar, a aplicação mostra sempre o montante exato. Confirme os valores atuais no momento da candidatura e desconfie de qualquer tabela de preços fixa publicada na internet. Por essa razão, este comparativo não fixa montantes: eles mudam, os princípios não.

4. Libras ou euros: como o pagamento é processado

A taxa da ETA é cobrada em libras esterlinas, pelo que o valor final em euros depende do câmbio aplicado pelo seu cartão no dia do pagamento. Com um cartão emitido em Portugal, o banco converte o montante ao câmbio do momento e pode acrescentar uma comissão de transação em moeda estrangeira, conforme as condições do cartão.

Mão com cartão bancário numa mesa de café, passaporte desfocado atrás

Na prática, isto significa que duas pessoas podem pagar a mesma ETA e ver valores ligeiramente diferentes no extrato. Não é um erro: é o câmbio. Quem quer previsibilidade deve verificar as condições do próprio cartão antes de pagar.

5. Passaporte novo, taxa nova

A ETA está ligada ao passaporte usado no pedido: quando renova o passaporte, a autorização anterior deixa de servir e é preciso pagar uma nova candidatura. Isto acontece mesmo que os dois anos de validade ainda não tenham terminado. Não há transferência entre documentos nem reembolso proporcional pelo tempo não usado.

Este é o custo escondido mais comum do sistema. Se o seu passaporte está perto de expirar, a ordem das operações importa: renovar primeiro o documento e pedir a ETA depois faz com que a validade de dois anos corra sobre o passaporte novo. Quem tem dupla nacionalidade deve redobrar a atenção, porque pedir com um passaporte e viajar com outro resulta numa taxa desperdiçada. A equipa da OlaVisa verifica o passaporte face à elegibilidade da categoria atual antes de a candidatura seguir, exatamente para evitar este tipo de despesa repetida.

6. Recusa: o que acontece ao valor pago

Em caso de recusa, a taxa oficial não é devolvida: o valor paga a avaliação do pedido, não a aprovação. Quem vê a ETA recusada e volta a candidatar-se paga a taxa novamente. E se a recusa empurrar o caso para a via do visto de visita, o custo muda de categoria por completo.

É neste cenário que a estrutura de custos de um serviço de apoio faz diferença. A Proteção contra Recusa da OlaVisa significa sem taxas de serviço adicionais se o seu pedido for recusado: o risco do resultado não é transferido para o cliente em forma de honorários extra. A revisão antes da submissão reduz a probabilidade de chegar a esse ponto: os problemas evitáveis costumam nascer de dados mal introduzidos ou de respostas mal enquadradas nas perguntas de historial.

7. ETA ou visto de visita: categorias de custo diferentes

A ETA pertence a uma categoria de custo muito inferior à do visto de visita, e para a maioria dos cidadãos portugueses é a única autorização necessária. O visto de visita ao Reino Unido aplica-se a nacionalidades não isentas e a situações fora do âmbito da ETA, e envolve uma taxa substancialmente superior, além de mais documentação e prazos mais longos.

Autorização Categoria de custo Validade típica Para quem
ETA Taxa única, muito inferior à de um visto Dois anos, ou até o passaporte expirar Nacionalidades isentas de visto, incluindo portugueses, em visitas até seis meses
Visto de visita padrão Substancialmente superior à da ETA Seis meses Nacionalidades não isentas e casos fora do âmbito da ETA
Visto de visita de longa validade Cresce com o prazo de validade Vários anos Viajantes frequentes que não são elegíveis para a ETA

A escolha da categoria certa é, em si, uma decisão de custo. Pedir uma ETA quando o caso exige visto significa perder a taxa e recomeçar; pedir um visto quando a ETA bastava significa pagar uma categoria muito mais cara sem necessidade. Se a sua situação envolve outra nacionalidade ou dúvidas sobre isenções, as regras do Reino Unido por nacionalidade ajudam a situar o caso, e a triagem de elegibilidade da OlaVisa identifica incompatibilidades de categoria antes de pagar taxas.

8. Como evitar pagar duas vezes

A maior parte dos custos evitáveis da ETA nasce de erros pequenos, cometidos antes de o pagamento ser processado. Os padrões repetem-se e todos têm o mesmo desfecho: nova candidatura, nova taxa.

  1. Gralhas no número do passaporte, que tornam a autorização inutilizável no embarque.
  2. Pedidos feitos com o passaporte antigo dias antes de uma renovação já marcada.
  3. Dupla nacionalidade: pedir com um passaporte e viajar com outro.
  4. Respostas mal enquadradas nas perguntas de historial, que transformam um caso simples numa recusa.
  5. Sites intermediários que cobram valores acrescidos pelo mesmo formulário, sem qualquer revisão.

Nenhum destes custos aparece em tabelas de preços, mas todos saem do mesmo orçamento de viagem.

Perguntas frequentes

Quanto custa a ETA para o Reino Unido em 2026?

A taxa oficial é única e paga por pessoa no momento da candidatura, e foi revista em abril de 2026. O montante exato deve ser confirmado na própria aplicação antes de pagar: é esse o valor que conta, não o que aparece em artigos publicados na internet.

As crianças e os bebés também pagam?

Sim. Cada viajante tem a sua própria ETA e a sua própria taxa, sem redução por idade. Numa viagem em família, o custo total corresponde ao número de passaportes a bordo.

Pago em euros ou em libras?

A taxa é processada em libras esterlinas. Com um cartão em euros, o banco converte o valor ao câmbio do dia e pode aplicar uma comissão de moeda estrangeira, conforme as condições do cartão.

Se o meu pedido for recusado, recebo o dinheiro de volta?

Não. A taxa oficial cobre a avaliação do pedido e não é devolvida em caso de recusa. Uma nova candidatura implica novo pagamento. Nos pedidos acompanhados pela OlaVisa, a Proteção contra Recusa significa sem taxas de serviço adicionais se o pedido for recusado.

Renovei o passaporte. Tenho de pagar outra vez?

Sim. A ETA fica ligada ao passaporte usado no pedido e não sobrevive à renovação. Com um passaporte novo, é necessária uma nova candidatura, paga com a taxa em vigor nessa data.

A ETA é mais barata do que o visto de visita?

Sim, com folga: a ETA está numa categoria de custo muito inferior à do visto de visita. A questão prática não é o preço, é a elegibilidade. Quem não é elegível para a ETA precisa do visto adequado ao seu caso, independentemente do custo.

Planeie o custo da viagem com apoio profissional

Num pedido simples, com passaporte válido e respostas lineares, a via direta resolve. O apoio profissional ganha valor quando o custo de errar é real: prazos curtos, dupla nacionalidade, historial com recusas ou dúvidas entre categorias. Os pedidos acompanhados pela OlaVisa são revistos sob a autoridade regulatória de Tomas Hassan, agente registado na IAA (Immigration Advice Authority), o regulador britânico de consultoria de imigração, com o número F202100278.

A Proteção contra Recusa da OlaVisa significa sem taxas de serviço adicionais se o seu pedido for recusado, com o apoio de 17+ anos de experiência, 60+ destinos de visto e 10.000+ clientes. Inicie a sua candidatura de ETA e Visto de Visita do Reino Unido diretamente em olavisa.pt.

As regras de imigração mudam com frequência. Confirme os requisitos e os valores atuais no momento da candidatura. Artigo revisto em julho de 2026.