Escolha a sua moeda

Mais usadas

Todas as moedas

Os preços dos vistos são apresentados na moeda que escolher. O pagamento com cartão é cobrado em libras esterlinas (GBP).

Visto D8 Portugal

Visto D8 para nómadas digitais em Portugal

Viver em Portugal sem deixar de trabalhar para empregadores ou clientes no estrangeiro. A nossa equipa verifica o rendimento, prepara o processo e acompanha cada passo, do consulado ao cartão de residência da AIMA.

Falar com um consultor
  • Rendimento verificado antes da candidatura
  • Consulado, VFS e AIMA tratados
  • Cônjuge e filhos incluídos

Fale-nos da sua mudança e receba um próximo passo claro.

→ Respondemos no prazo de um dia útil.

Consultores em português e inglês

Em resumo

O visto D8 em cinco números

Os valores essenciais para planear a mudança pela via do nómada digital em 2026.

3 680 €/mês Rendimento líquido mínimo

Quatro vezes o salário mínimo nacional de 2026 (920 €), comprovado nos últimos três meses.

2–4 meses Prazo habitual de decisão

Varia consoante o país, a disponibilidade de agendamentos e a rapidez na preparação dos documentos.

2 anos Primeira autorização de residência

Emitida pela AIMA depois da entrada em Portugal com o visto D8.

+3 anos Período de renovação

A autorização pode ser renovada por mais três anos, desde que as condições se mantenham.

5 anos Caminho para a cidadania

Cinco anos de residência legal permitem pedir a nacionalidade portuguesa.

Para quem é

A quem se destina o visto de nómada digital

O D8 foi pensado para quem tem rendimentos ativos, obtidos com trabalho remoto para entidades fora de Portugal.

  • Trabalhadores remotos de empresas estrangeiras
  • Freelancers com clientes no estrangeiro
  • Sócios de empresas registadas fora de Portugal
  • Consultores e prestadores de serviços online
  • Nómadas digitais que procuram uma base na UE
  • Famílias que se mudam com um único rendimento
Como funciona

O que é o visto de nómada digital em Portugal

O D8 é um visto nacional português para quem vive do trabalho remoto. O emprego, os contratos ou a empresa continuam fora de Portugal; muda-se apenas a residência. Destina-se a rendimentos ativos — salário, honorários de freelancer ou receitas empresariais — e não a pensões, dividendos ou rendas.

A candidatura é apresentada no país de residência atual, junto do consulado português, normalmente através de um agendamento na VFS. Depois de emitido o visto, segue-se a viagem para Portugal e uma marcação na AIMA, a entidade que concede as autorizações de residência. A primeira autorização tem a validade de dois anos e pode ser renovada por mais três.

O critério financeiro é fácil de enunciar, mas é onde surgem mais erros. O rendimento líquido dos últimos três meses tem de atingir, em média, 3 680 € por mês, ou seja, quatro vezes o salário mínimo de 2026 (920 €). São também exigidas poupanças de 11 040 €, e o limiar sobe por cada familiar que acompanhe o requerente.

Ao fim de cinco anos de residência legal, é possível pedir a cidadania portuguesa e, com ela, um passaporte da UE.

  • O trabalho tem de ser feito integralmente online para empregadores ou clientes fora de Portugal.
  • O rendimento é avaliado em termos líquidos, nos três meses anteriores à candidatura.
  • Seguro de saúde, registo criminal limpo e morada em Portugal são obrigatórios.
  • Os documentos complementares variam de consulado para consulado.
Elegibilidade

Requisitos do visto D8 em 2026

Todos os requerentes têm de cumprir estas condições. A nossa equipa revê cada uma antes de qualquer submissão.

  • Rendimento líquido mínimo de 3 680 €/mês

    Os rendimentos de trabalho remoto, atividade freelance ou trabalho independente têm de atingir este valor, em termos líquidos, nos últimos três meses. Servem de prova recibos de vencimento, faturas e extratos bancários.

  • Trabalho remoto para entidades no estrangeiro

    Toda a atividade tem de ser exercida online para pessoas ou empresas fora de Portugal. Comprova-se com contrato de trabalho, contrato de prestação de serviços ou prova de titularidade da empresa.

  • Rendimento adicional por familiar

    O cônjuge acrescenta 1 840 €/mês ao limiar (cerca de 50%) e cada filho 1 104 € (30%). Um casal com um filho precisa, assim, de 6 624 € por mês.

  • Poupanças de 11 040 €

    Além do rendimento mensal, os consulados esperam ver poupanças de 11 040 € numa conta bancária em nome do requerente.

  • Seguro de saúde e de viagem

    Um seguro privado tem de cobrir todas as despesas médicas em Portugal do requerente e de cada dependente, durante todo o período do visto ou da autorização.

  • Registo criminal limpo

    É necessário um certificado do país de residência e de todos os países onde tenha vivido nos últimos cinco anos. Cada certificado deve ter menos de 90 dias, estar apostilado ou legalizado e traduzido para português.

  • Alojamento em Portugal

    Um contrato de arrendamento assinado, uma escritura de imóvel ou uma reserva de alojamento indicam ao consulado onde vai ficar.

  • NIF e documentos exigidos pelo consulado

    O NIF é necessário para assinar o arrendamento, abrir conta bancária e apresentar a candidatura. Alguns consulados pedem ainda documentos extra, conforme a situação pessoal.

D8 ou D7?

Visto D8 vs D7: principais diferenças

Ambos conduzem a uma autorização de residência de dois anos, mas avaliam tipos de rendimento muito diferentes.

Tipo de rendimento

O D8 destina-se a rendimentos ativos, como salário remoto, honorários de freelancer ou receitas da empresa. O D7 destina-se a rendimentos passivos, como pensões, dividendos, rendas ou direitos de autor.

Rendimento mensal mínimo

O D8 exige 3 680 € líquidos por mês, quatro vezes o salário mínimo. O D7 exige 920 €/mês, o equivalente ao salário mínimo.

Acréscimos por familiar

No D8, o cônjuge acrescenta 1 840 € e cada filho 1 104 €. No D7, a mesma regra de 50% e 30% resulta em 460 € e 276 €.

O que tem de ser provado

No D8 apresenta-se um contrato de trabalho remoto ou a titularidade da empresa, mais três meses de rendimentos. No D7 demonstra-se a origem e a estabilidade do rendimento passivo.

O que é igual

Seguro de saúde, certificados de registo criminal, prova de alojamento, poupanças de 11 040 €, a primeira autorização de dois anos e o caminho de cinco anos para a cidadania aplicam-se a ambos.

O processo

Como pedir o visto D8

Da primeira análise de elegibilidade ao cartão de residência, estas são as etapas da candidatura.

  1. 01

    Verificar elegibilidade e rendimento

    Confirmamos que a situação profissional se enquadra e calculamos o limiar para o agregado, antes de qualquer gasto com documentos.

  2. 02

    Obter o NIF e reunir os documentos

    Obtém-se o número de contribuinte, pedem-se os certificados de registo criminal, tratam-se apostilas e traduções certificadas e garantem-se seguro e alojamento. Revemos cada documento antes da submissão.

  3. 03

    Submeter no consulado ou na VFS

    A candidatura é entregue no consulado português competente para a área de residência, normalmente através de um agendamento na VFS que ajudamos a marcar.

  4. 04

    Receber o visto e viajar

    A maioria das decisões chega em dois a quatro meses. Com o D8 aposto no passaporte, pode viajar para Portugal.

  5. 05

    Comparecer na AIMA

    Já em Portugal, apresentam-se os documentos e os dados biométricos à AIMA, que decide a autorização de residência.

  6. 06

    Levantar o cartão de residência

    A AIMA emite um cartão de residência válido por dois anos. Antes de caducar, renova-se por mais três anos e, ao fim de cinco, pode pedir-se a cidadania.

O que está incluído

Como ajudamos

Na OlaVisa, tratamos da burocracia para que se possa concentrar na mudança. A nossa equipa jurídica assume a sua candidatura do primeiro documento à decisão final, garantindo que está correta, completa e alinhada com o que o consulado exige. Tornamos simples um processo complicado, para que a sua atenção fique no próximo capítulo e não na papelada.

Falar com um consultor
Apoio completo ao visto

Conduzimos a sua candidatura do início ao fim, para que cada passo seja feito corretamente, sem perda de tempo e de acordo com os requisitos exatos do consulado que a vai decidir.

Apoio à autorização de residência

O visto é apenas o primeiro marco — o objetivo real é o título de residência. O nosso apoio continua até o ter na mão, e uma única taxa cobre todo o percurso até à sua nova vida em Portugal.

Revisão rigorosa de documentos

Cada documento é verificado quanto à exatidão e conformidade antes da entrega, evitando os atrasos e recusas que pequenos erros provocam. Um portal de cliente seguro reúne os seus ficheiros e as nossas atualizações num só lugar.

Marcações consulares

Marcamos e coordenamos os seus atendimentos na VFS, no consulado e na AIMA tão depressa quanto a disponibilidade permitir, em datas que se ajustam aos seus planos.

Recursos e correções

Se algo não correr como previsto, tratamos do recurso ou da correção para recolocar a sua candidatura no caminho certo. Nunca é uma única tentativa — ficamos consigo até haver um resultado.

Acesso ilimitado à equipa jurídica

Faça todas as perguntas de que precisar, sem limite de uma ou duas chamadas. A nossa equipa jurídica está disponível por email e telefone durante todo o processo, com respostas claras e atempadas.

Planeamento jurídico estratégico

O caminho mais óbvio nem sempre é o que tem maior probabilidade de sucesso. Dedicamos tempo a compreender a sua situação como um todo e indicamos a via que consideramos mais vantajosa para si.

Depois do visto

Apoio jurídico e financeiro

O nosso apoio continua depois de o visto ser concedido. Do seu NIF à conta bancária, tratamos dos detalhes para que se instale com confiança e tranquilidade.

Impostos

Cumpra as obrigações fiscais desde o primeiro dia, com orientação pensada para expatriados e empresas.

NIF / Banco

Obtenha o seu número de contribuinte (NIF) e uma conta bancária portuguesa de forma rápida e sem complicações.

Saber mais

Constituição de empresas

Lance o seu negócio em Portugal com apoio jurídico completo, da constituição ao registo.

Relocalização de colaboradores

Mude a sua equipa sem sobressaltos, com apoio em vistos, impostos e questões jurídicas em cada etapa.

Perguntas sobre Portugal

Visto D8 Nómada Digital: perguntas frequentes

Obtenha respostas às perguntas mais comuns sobre candidaturas de vistos, requisitos e processos.

Qual é o rendimento necessário para o visto D8 em 2026?
O requerente principal precisa de um rendimento líquido mínimo de 3 680 € por mês, quatro vezes o salário mínimo de 2026 (920 €). O cônjuge acrescenta 1 840 € e cada filho 1 104 €. O rendimento é avaliado nos três meses anteriores à candidatura.
Que poupanças são exigidas para o visto D8?
Os consulados esperam poupanças de 11 040 €, além do rendimento mensal. Convém mantê-las numa conta em nome próprio, para que os extratos sejam coerentes com o resto do processo.
Quanto tempo demora o visto D8?
A maioria das candidaturas demora entre dois e quatro meses. O prazo depende do consulado, da disponibilidade de agendamentos e do estado dos documentos no momento da submissão.
É possível trabalhar para uma empresa portuguesa com o visto D8?
O D8 assenta em trabalho remoto para empregadores ou clientes fora de Portugal. Se o rendimento principal vier de um empregador português, outro visto será normalmente mais adequado, e a nossa equipa ajuda a escolhê-lo.
Visto D7 ou visto D8: qual escolher?
Se a maior parte do rendimento for ativa — salário, honorários ou receitas empresariais — o D8 é o indicado. Se for passiva, como pensões, dividendos ou rendas, o D7 costuma ser a melhor opção e tem um limiar muito mais baixo.
A família pode acompanhar o titular do visto D8?
Sim. Cônjuges, filhos e pais dependentes podem ser incluídos. Cada familiar aumenta o rendimento exigido e precisa de seguro e documentos próprios.
Qual é a validade da autorização de residência D8?
A AIMA emite uma primeira autorização válida por dois anos. Depois, pode ser renovada por mais três anos, desde que as condições continuem cumpridas.
O visto D8 dá acesso à cidadania portuguesa?
Sim. Após cinco anos de residência legal em Portugal, é possível pedir a nacionalidade portuguesa e, com ela, um passaporte da UE.
Ao seu lado, para onde quer que vá

Escritórios locais. Apoio global.

Mudar de país é mais fácil com quem está do seu lado. Com escritórios em Portugal, no Reino Unido, nos Emirados Árabes Unidos, na Turquia e na Austrália, a nossa equipa está no terreno para o ajudar a instalar-se com confiança.

  • PT

    Coimbra, Portugal

    Praça da República 9, Sala 8, 3070-304 Mira, Coimbra, Portugal
    +351 938 599 748
  • GB

    London, United Kingdom

    30 Berkeley Square, Mayfair, London W1J 6EF, UK
    +44 (0) 203 393 1028
  • AE

    Dubai, United Arab Emirates

    Silicon Oasis, Digital Park, IFZA Buildings A2, Dubai
    +971 56 00 65 007
  • TR

    İstanbul, Turkey

    Bostancı Mah, Bağdat Cad. No: 472/A, Kadıköy / İstanbul
    +90 530 754 35 67
  • AU

    Melbourne, Australia

    Suite 329/98-100 Elizabeth Street, Melbourne, VIC 3000, Australia
    +61 1300 440 170
Pronto para avançar?

Pronto para trabalhar remotamente a partir de Portugal?

Fale com um consultor sobre o seu rendimento, a sua família e a forma mais rápida de apresentar a candidatura D8.

Falar com um consultor

Fale com um consultor sobre a sua mudança para Portugal.

→ Respondemos no prazo de um dia útil.