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Visto D7 Portugal

Visto D7 de rendimentos passivos em Portugal

Mudar para Portugal com rendimentos que já existem — pensão, rendas, dividendos ou direitos de autor — sem necessidade de trabalhar no país. A nossa equipa prepara o processo e acompanha cada passo, do consulado ao cartão de residência da AIMA.

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  • Sem emprego em Portugal
  • Rendimento e poupanças verificados
  • Cônjuge, filhos e pais incluídos

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Em resumo

O visto D7 em cinco números

O essencial a saber antes de planear a mudança pela via dos rendimentos passivos em 2026.

920 €/mês Rendimento passivo mínimo

Igual ao salário mínimo nacional de 2026, em termos líquidos, nos últimos seis meses consecutivos.

11 040 € Poupanças mínimas

Doze meses do limiar de rendimento, numa conta bancária em nome do requerente.

2–4 meses Prazo habitual de decisão

Varia consoante o país, a disponibilidade de agendamentos e a rapidez na preparação dos documentos.

2 + 3 anos Autorização de residência

Uma primeira autorização de dois anos emitida pela AIMA, renovável por mais três.

5 anos Caminho para a cidadania

Cinco anos de residência legal permitem pedir a nacionalidade portuguesa.

Para quem é

A quem se destina o visto D7

O D7 valoriza rendimentos estáveis que não dependem de um emprego em Portugal.

  • Reformados com pensão
  • Senhorios com rendimentos prediais
  • Investidores que vivem de dividendos
  • Autores e criadores com direitos de autor
  • Empresários com rendimentos passivos
  • Famílias que se mudam com um rendimento passivo
  • Pré-reformados à procura de residência na UE
Como funciona

O que é o visto D7 em Portugal

O D7 é um visto nacional português para quem consegue viver de rendimentos passivos. É muitas vezes chamado visto de reformado, mas está aberto a qualquer pessoa cujo dinheiro venha de pensões, imóveis, investimentos ou propriedade intelectual, e não de trabalho ativo. Não é exigido emprego em Portugal.

A candidatura é apresentada no país de residência, junto do consulado português, normalmente através de um agendamento na VFS. Depois de emitido o visto, segue-se a viagem para Portugal e uma marcação na AIMA, que concede uma primeira autorização de residência válida por dois anos, renovável por mais três.

O critério financeiro é o mais baixo entre os vistos de residência portugueses. O rendimento passivo líquido tem de atingir 920 € por mês, o salário mínimo de 2026, nos últimos seis meses consecutivos. São também exigidas poupanças de 11 040 € e, idealmente, saldo suficiente para cobrir pelo menos um ano de despesas em Portugal.

Ao fim de cinco anos de residência legal, é possível pedir a cidadania portuguesa e um passaporte da UE.

  • O rendimento tem de ser passivo e regular — pensões, rendas, dividendos ou direitos de autor.
  • É avaliado em termos líquidos, nos seis meses consecutivos anteriores à candidatura.
  • O limiar aumenta por cada familiar que acompanhe o requerente.
  • Seguro de saúde, registo criminal limpo e morada em Portugal são obrigatórios.
Elegibilidade

Requisitos do visto D7 em 2026

Todos os requerentes têm de cumprir estas condições. A nossa equipa jurídica revê cada uma antes da submissão.

  • Rendimento passivo mínimo de 920 €/mês

    Pensões, rendas, dividendos, direitos de autor ou outros rendimentos não laborais têm de atingir este valor, em termos líquidos, nos últimos seis meses consecutivos.

  • Rendimento adicional por familiar

    O cônjuge acrescenta 460 €/mês (50%) e cada filho dependente 276 € (30%). Um casal com dois filhos precisa, assim, de 1 932 € por mês.

  • Poupanças de 11 040 €

    Os extratos bancários têm de mostrar poupanças de pelo menos 11 040 €. Idealmente, cobrem no mínimo doze meses de despesas em Portugal.

  • Prova da origem do rendimento

    Declarações de pensão, contratos de arrendamento, extratos de dividendos ou contratos de direitos de autor comprovam a origem e a estabilidade do rendimento.

  • Seguro de saúde e de viagem

    O seguro privado tem de cobrir todo o período do visto ou da autorização e não pode incluir copagamentos.

  • Registo criminal limpo

    É necessário um certificado do país de residência e de todos os países onde tenha vivido nos últimos cinco anos. Cada certificado deve ter menos de 90 dias, estar apostilado ou legalizado e traduzido para português.

  • Alojamento em Portugal

    Contrato de arrendamento, escritura de imóvel ou um termo de responsabilidade ou carta-convite de quem vai acolher o requerente.

  • NIF e documentos exigidos pelo consulado

    O NIF é necessário para o arrendamento, a conta bancária e a própria candidatura. Alguns consulados pedem documentos adicionais, conforme a situação pessoal.

Rendimentos aceites

Rendimentos passivos válidos para o visto D7

O consulado procura rendimentos que continuam a entrar sem trabalho ativo. Estas são as fontes mais comuns.

Pensões

Pensões públicas, profissionais e privadas são o rendimento típico do D7. Normalmente comprovam-se com a declaração oficial e extratos bancários recentes.

Rendimentos prediais

As rendas de imóveis próprios, em Portugal ou no estrangeiro, contam quando suportadas por contratos de arrendamento e depósitos correspondentes.

Dividendos e rendimentos de investimentos

Dividendos regulares ou outros rendimentos de investimento são aceites quando os extratos mostram um padrão consistente.

Direitos de autor

Pagamentos por livros, música, patentes ou outra propriedade intelectual são aceites como rendimento passivo.

Outros rendimentos não laborais

Outros rendimentos recorrentes que não resultem de um emprego também podem ser válidos. Verificamos como o consulado tende a avaliá-los.

Rendimento ativo? Veja o D8

Salário remoto, honorários de freelancer ou receitas empresariais apontam para o visto D8 de nómada digital, com um limiar mais alto de 3 680 € por mês.

O processo

Como pedir o visto D7

Da primeira análise de elegibilidade ao cartão de residência, estas são as etapas da candidatura.

  1. 01

    Verificar elegibilidade e rendimento

    Confirmamos que o rendimento é passivo e estável e calculamos o limiar para o agregado, antes de qualquer gasto com documentos.

  2. 02

    Obter o NIF e preparar o processo

    Obtém-se o número de contribuinte, pedem-se os certificados de registo criminal, tratam-se apostilas e traduções e garantem-se seguro e alojamento. Revemos cada documento antes da submissão.

  3. 03

    Submeter no consulado ou na VFS

    A candidatura é entregue no consulado português competente para a área de residência, normalmente através de um agendamento na VFS que ajudamos a marcar.

  4. 04

    Receber o visto e viajar

    A maioria das decisões chega em dois a quatro meses. Com o D7 no passaporte, pode viajar para Portugal.

  5. 05

    Comparecer na AIMA

    Já em Portugal, apresentam-se os documentos e os dados biométricos à AIMA, que decide a autorização de residência.

  6. 06

    Levantar e renovar o cartão de residência

    A AIMA emite um cartão válido por dois anos. Renova-se por mais três e, ao fim de cinco anos de residência, pode pedir-se a cidadania.

O que está incluído

Como ajudamos

Na OlaVisa, tratamos da burocracia para que se possa concentrar na mudança. A nossa equipa jurídica assume a sua candidatura do primeiro documento à decisão final, garantindo que está correta, completa e alinhada com o que o consulado exige. Tornamos simples um processo complicado, para que a sua atenção fique no próximo capítulo e não na papelada.

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Apoio completo ao visto

Conduzimos a sua candidatura do início ao fim, para que cada passo seja feito corretamente, sem perda de tempo e de acordo com os requisitos exatos do consulado que a vai decidir.

Apoio à autorização de residência

O visto é apenas o primeiro marco — o objetivo real é o título de residência. O nosso apoio continua até o ter na mão, e uma única taxa cobre todo o percurso até à sua nova vida em Portugal.

Revisão rigorosa de documentos

Cada documento é verificado quanto à exatidão e conformidade antes da entrega, evitando os atrasos e recusas que pequenos erros provocam. Um portal de cliente seguro reúne os seus ficheiros e as nossas atualizações num só lugar.

Marcações consulares

Marcamos e coordenamos os seus atendimentos na VFS, no consulado e na AIMA tão depressa quanto a disponibilidade permitir, em datas que se ajustam aos seus planos.

Recursos e correções

Se algo não correr como previsto, tratamos do recurso ou da correção para recolocar a sua candidatura no caminho certo. Nunca é uma única tentativa — ficamos consigo até haver um resultado.

Acesso ilimitado à equipa jurídica

Faça todas as perguntas de que precisar, sem limite de uma ou duas chamadas. A nossa equipa jurídica está disponível por email e telefone durante todo o processo, com respostas claras e atempadas.

Planeamento jurídico estratégico

O caminho mais óbvio nem sempre é o que tem maior probabilidade de sucesso. Dedicamos tempo a compreender a sua situação como um todo e indicamos a via que consideramos mais vantajosa para si.

Depois do visto

Apoio jurídico e financeiro

O nosso apoio continua depois de o visto ser concedido. Do seu NIF à conta bancária, tratamos dos detalhes para que se instale com confiança e tranquilidade.

Impostos

Cumpra as obrigações fiscais desde o primeiro dia, com orientação pensada para expatriados e empresas.

NIF / Banco

Obtenha o seu número de contribuinte (NIF) e uma conta bancária portuguesa de forma rápida e sem complicações.

Saber mais

Constituição de empresas

Lance o seu negócio em Portugal com apoio jurídico completo, da constituição ao registo.

Relocalização de colaboradores

Mude a sua equipa sem sobressaltos, com apoio em vistos, impostos e questões jurídicas em cada etapa.

Perguntas sobre Portugal

Visto D7 Rendimentos Passivos: perguntas frequentes

Obtenha respostas às perguntas mais comuns sobre candidaturas de vistos, requisitos e processos.

Qual é o rendimento necessário para o visto D7 em 2026?
O requerente principal precisa de um rendimento passivo líquido mínimo de 920 € por mês, igual ao salário mínimo de 2026. O cônjuge acrescenta 460 € e cada filho 276 €. O rendimento é avaliado nos últimos seis meses consecutivos.
Que poupanças são exigidas para o visto D7?
Convém ter pelo menos 11 040 €, o equivalente a doze meses do limiar de rendimento. Os consulados valorizam saldo suficiente para um ano de despesas em Portugal, pelo que um valor mais alto reforça o processo.
O que conta como rendimento passivo no D7?
Pensões, rendas, dividendos, direitos de autor e outros rendimentos que não resultem de trabalho por conta de outrem. Salário, honorários de freelancer ou receitas empresariais são rendimentos ativos e enquadram-se no visto D8.
Quanto tempo demora o visto D7?
A maioria das candidaturas demora entre dois e quatro meses. O prazo depende do consulado, da disponibilidade de agendamentos e de quão completos estão os documentos na submissão.
A família pode acompanhar o titular do visto D7?
Sim. Cônjuges, filhos e pais dependentes podem ser incluídos. Cada familiar aumenta o rendimento exigido e precisa de seguro e documentos próprios.
É possível trabalhar em Portugal com o visto D7?
O D7 é concedido com base em rendimentos passivos, pelo que não é necessário emprego em Portugal. Se os planos passarem por trabalhar, convém falar connosco primeiro para confirmar se o D8 ou outra via é mais adequada.
Qual é a validade da autorização de residência D7?
A AIMA concede uma primeira autorização por dois anos. Depois, pode ser renovada por mais três anos, desde que as condições continuem cumpridas.
O visto D7 dá acesso à cidadania portuguesa?
Sim. Após cinco anos de residência legal em Portugal, é possível pedir a nacionalidade portuguesa, que inclui um passaporte da UE.
Ao seu lado, para onde quer que vá

Escritórios locais. Apoio global.

Mudar de país é mais fácil com quem está do seu lado. Com escritórios em Portugal, no Reino Unido, nos Emirados Árabes Unidos, na Turquia e na Austrália, a nossa equipa está no terreno para o ajudar a instalar-se com confiança.

  • PT

    Coimbra, Portugal

    Praça da República 9, Sala 8, 3070-304 Mira, Coimbra, Portugal
    +351 938 599 748
  • GB

    London, United Kingdom

    30 Berkeley Square, Mayfair, London W1J 6EF, UK
    +44 (0) 203 393 1028
  • AE

    Dubai, United Arab Emirates

    Silicon Oasis, Digital Park, IFZA Buildings A2, Dubai
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  • TR

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    +90 530 754 35 67
  • AU

    Melbourne, Australia

    Suite 329/98-100 Elizabeth Street, Melbourne, VIC 3000, Australia
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