Pensões
Pensões públicas, profissionais e privadas são o rendimento típico do D7. Normalmente comprovam-se com a declaração oficial e extratos bancários recentes.
Mudar para Portugal com rendimentos que já existem — pensão, rendas, dividendos ou direitos de autor — sem necessidade de trabalhar no país. A nossa equipa prepara o processo e acompanha cada passo, do consulado ao cartão de residência da AIMA.
Falar com um consultorConsultores em português e inglês
O essencial a saber antes de planear a mudança pela via dos rendimentos passivos em 2026.
Igual ao salário mínimo nacional de 2026, em termos líquidos, nos últimos seis meses consecutivos.
Doze meses do limiar de rendimento, numa conta bancária em nome do requerente.
Varia consoante o país, a disponibilidade de agendamentos e a rapidez na preparação dos documentos.
Uma primeira autorização de dois anos emitida pela AIMA, renovável por mais três.
Cinco anos de residência legal permitem pedir a nacionalidade portuguesa.
O D7 valoriza rendimentos estáveis que não dependem de um emprego em Portugal.
O D7 é um visto nacional português para quem consegue viver de rendimentos passivos. É muitas vezes chamado visto de reformado, mas está aberto a qualquer pessoa cujo dinheiro venha de pensões, imóveis, investimentos ou propriedade intelectual, e não de trabalho ativo. Não é exigido emprego em Portugal.
A candidatura é apresentada no país de residência, junto do consulado português, normalmente através de um agendamento na VFS. Depois de emitido o visto, segue-se a viagem para Portugal e uma marcação na AIMA, que concede uma primeira autorização de residência válida por dois anos, renovável por mais três.
O critério financeiro é o mais baixo entre os vistos de residência portugueses. O rendimento passivo líquido tem de atingir 920 € por mês, o salário mínimo de 2026, nos últimos seis meses consecutivos. São também exigidas poupanças de 11 040 € e, idealmente, saldo suficiente para cobrir pelo menos um ano de despesas em Portugal.
Ao fim de cinco anos de residência legal, é possível pedir a cidadania portuguesa e um passaporte da UE.
Todos os requerentes têm de cumprir estas condições. A nossa equipa jurídica revê cada uma antes da submissão.
Pensões, rendas, dividendos, direitos de autor ou outros rendimentos não laborais têm de atingir este valor, em termos líquidos, nos últimos seis meses consecutivos.
O cônjuge acrescenta 460 €/mês (50%) e cada filho dependente 276 € (30%). Um casal com dois filhos precisa, assim, de 1 932 € por mês.
Os extratos bancários têm de mostrar poupanças de pelo menos 11 040 €. Idealmente, cobrem no mínimo doze meses de despesas em Portugal.
Declarações de pensão, contratos de arrendamento, extratos de dividendos ou contratos de direitos de autor comprovam a origem e a estabilidade do rendimento.
O seguro privado tem de cobrir todo o período do visto ou da autorização e não pode incluir copagamentos.
É necessário um certificado do país de residência e de todos os países onde tenha vivido nos últimos cinco anos. Cada certificado deve ter menos de 90 dias, estar apostilado ou legalizado e traduzido para português.
Contrato de arrendamento, escritura de imóvel ou um termo de responsabilidade ou carta-convite de quem vai acolher o requerente.
O NIF é necessário para o arrendamento, a conta bancária e a própria candidatura. Alguns consulados pedem documentos adicionais, conforme a situação pessoal.
O consulado procura rendimentos que continuam a entrar sem trabalho ativo. Estas são as fontes mais comuns.
Pensões públicas, profissionais e privadas são o rendimento típico do D7. Normalmente comprovam-se com a declaração oficial e extratos bancários recentes.
As rendas de imóveis próprios, em Portugal ou no estrangeiro, contam quando suportadas por contratos de arrendamento e depósitos correspondentes.
Dividendos regulares ou outros rendimentos de investimento são aceites quando os extratos mostram um padrão consistente.
Pagamentos por livros, música, patentes ou outra propriedade intelectual são aceites como rendimento passivo.
Outros rendimentos recorrentes que não resultem de um emprego também podem ser válidos. Verificamos como o consulado tende a avaliá-los.
Salário remoto, honorários de freelancer ou receitas empresariais apontam para o visto D8 de nómada digital, com um limiar mais alto de 3 680 € por mês.
Da primeira análise de elegibilidade ao cartão de residência, estas são as etapas da candidatura.
Confirmamos que o rendimento é passivo e estável e calculamos o limiar para o agregado, antes de qualquer gasto com documentos.
Obtém-se o número de contribuinte, pedem-se os certificados de registo criminal, tratam-se apostilas e traduções e garantem-se seguro e alojamento. Revemos cada documento antes da submissão.
A candidatura é entregue no consulado português competente para a área de residência, normalmente através de um agendamento na VFS que ajudamos a marcar.
A maioria das decisões chega em dois a quatro meses. Com o D7 no passaporte, pode viajar para Portugal.
Já em Portugal, apresentam-se os documentos e os dados biométricos à AIMA, que decide a autorização de residência.
A AIMA emite um cartão válido por dois anos. Renova-se por mais três e, ao fim de cinco anos de residência, pode pedir-se a cidadania.
Na OlaVisa, tratamos da burocracia para que se possa concentrar na mudança. A nossa equipa jurídica assume a sua candidatura do primeiro documento à decisão final, garantindo que está correta, completa e alinhada com o que o consulado exige. Tornamos simples um processo complicado, para que a sua atenção fique no próximo capítulo e não na papelada.
Falar com um consultorConduzimos a sua candidatura do início ao fim, para que cada passo seja feito corretamente, sem perda de tempo e de acordo com os requisitos exatos do consulado que a vai decidir.
O visto é apenas o primeiro marco — o objetivo real é o título de residência. O nosso apoio continua até o ter na mão, e uma única taxa cobre todo o percurso até à sua nova vida em Portugal.
Cada documento é verificado quanto à exatidão e conformidade antes da entrega, evitando os atrasos e recusas que pequenos erros provocam. Um portal de cliente seguro reúne os seus ficheiros e as nossas atualizações num só lugar.
Marcamos e coordenamos os seus atendimentos na VFS, no consulado e na AIMA tão depressa quanto a disponibilidade permitir, em datas que se ajustam aos seus planos.
Se algo não correr como previsto, tratamos do recurso ou da correção para recolocar a sua candidatura no caminho certo. Nunca é uma única tentativa — ficamos consigo até haver um resultado.
Faça todas as perguntas de que precisar, sem limite de uma ou duas chamadas. A nossa equipa jurídica está disponível por email e telefone durante todo o processo, com respostas claras e atempadas.
O caminho mais óbvio nem sempre é o que tem maior probabilidade de sucesso. Dedicamos tempo a compreender a sua situação como um todo e indicamos a via que consideramos mais vantajosa para si.
O nosso apoio continua depois de o visto ser concedido. Do seu NIF à conta bancária, tratamos dos detalhes para que se instale com confiança e tranquilidade.
Cumpra as obrigações fiscais desde o primeiro dia, com orientação pensada para expatriados e empresas.
Obtenha o seu número de contribuinte (NIF) e uma conta bancária portuguesa de forma rápida e sem complicações.
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Mude a sua equipa sem sobressaltos, com apoio em vistos, impostos e questões jurídicas em cada etapa.
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Mudar de país é mais fácil com quem está do seu lado. Com escritórios em Portugal, no Reino Unido, nos Emirados Árabes Unidos, na Turquia e na Austrália, a nossa equipa está no terreno para o ajudar a instalar-se com confiança.
Fale com um consultor sobre o seu rendimento, as suas poupanças e o melhor momento para apresentar a candidatura D7.