Visto D1 de Trabalho
Para trabalhadores contratados por uma empresa portuguesa em qualquer função elegível. Salário a partir do mínimo de 920 €/mês e contrato de pelo menos 12 meses.
O D1 é o visto para cidadãos de fora da UE que receberam uma oferta de emprego de uma entidade empregadora portuguesa. Verificamos o contrato, preparamos o processo e acompanhamo-lo do consulado até ao cartão de residência da AIMA.
Falar com um consultorConsultores em português e inglês
Depende do local da candidatura, da disponibilidade de agendamentos e da rapidez com que reúne os documentos.
O salário mínimo nacional de 2026. Funções qualificadas têm muitas vezes uma referência mais alta.
O contrato de trabalho com a entidade empregadora portuguesa tem de durar pelo menos um ano.
Renovável depois por mais 3 anos.
Anos de residência legal antes de poder pedir a nacionalidade portuguesa.
O D1 é o visto de residência português para trabalho subordinado: vem trabalhar para uma entidade empregadora portuguesa com um contrato local. Está aberto a cidadãos de países fora da UE, do EEE e da Suíça e é o percurso habitual para funções que não se qualificam como atividade altamente qualificada ao abrigo do D3.
O emprego vem primeiro. Precisa de um contrato de trabalho assinado ou de uma oferta vinculativa por pelo menos 12 meses, com um salário igual ou superior ao salário mínimo nacional de 920 € por mês em 2026, ou ao valor mais alto definido para o seu setor. O posto tem de ser uma função que não pôde ser preenchida por um candidato da UE, do EEE ou da Suíça, e o contrato tem de cumprir a legislação laboral portuguesa.
Depois de aprovado o visto, viaja para Portugal, é inscrito na Segurança Social através da entidade empregadora e comparece a um agendamento na AIMA. A AIMA emite então uma autorização de residência válida por 2 anos, renovável por mais 3. Após 5 anos de residência legal pode pedir a nacionalidade portuguesa.
As condições que o consulado e a AIMA verificam antes de conceder um D1.
O D1 destina-se a cidadãos de países fora da UE, do EEE e da Suíça. Os cidadãos da UE já podem trabalhar em Portugal sem visto.
Um contrato de trabalho assinado ou uma oferta vinculativa de uma entidade empregadora portuguesa, com duração mínima de 12 meses e conforme a legislação laboral portuguesa.
O posto tem de ser uma função que não pôde ser preenchida por um cidadão da UE, do EEE ou da Suíça. Normalmente é a entidade empregadora que melhor o pode demonstrar.
A remuneração tem de atingir o salário mínimo nacional de 2026 ou o valor de referência do setor, se for mais alto. Funções altamente qualificadas podem ter limiares superiores.
Seguro privado de viagem e saúde que cubra todas as despesas médicas em Portugal até estar inscrito na Segurança Social e no Serviço Nacional de Saúde.
Certificado de registo criminal recente de todos os países onde viveu, traduzido e reconhecido ou apostilado quando o consulado o exigir.
Um contrato de arrendamento em Portugal válido por, pelo menos, seis meses. Se ainda não tem casa, explicamos que soluções são aceites.
Cada consulado pede documentos adicionais conforme o local da candidatura e a sua situação. Confirmamos a lista exata antes de submeter.
O D1 não é a única forma de trabalhar em Portugal. Eis como se compara com os percursos vizinhos:
Para trabalhadores contratados por uma empresa portuguesa em qualquer função elegível. Salário a partir do mínimo de 920 €/mês e contrato de pelo menos 12 meses.
Para funções especializadas, de gestão, académicas ou técnicas. Exige um curso superior de pelo menos 3 anos, 5 anos de experiência equivalente e um salário de referência mais alto.
Para quem trabalha remotamente para empresas ou clientes fora de Portugal. Exige um rendimento de 3 680 € por mês em 2026.
Para quem quer gerir o próprio negócio ou trabalhar por conta própria em Portugal, com base num plano de negócios em vez de um contrato de trabalho.
Verificamos a duração, o salário e a conformidade legal da oferta ou do contrato, e confirmamos se o D1 é o percurso certo em vez do D3.
Reúne o passaporte, os registos criminais, o seguro e o comprovativo de alojamento. Revemos cada documento, tradução e apostila antes da submissão.
Submete a candidatura no consulado português ou no centro VFS do seu país de residência. A decisão demora normalmente 2 a 4 meses.
Com o visto emitido, viaja para Portugal, começa a trabalhar e fica inscrito na Segurança Social e no Serviço Nacional de Saúde.
Comparece na AIMA para a recolha biométrica e recebe uma autorização de residência válida por 2 anos, renovável por mais 3. Acompanhamo-lo nas renovações.
Na OlaVisa, tratamos da burocracia para que se possa concentrar na mudança. A nossa equipa jurídica assume a sua candidatura do primeiro documento à decisão final, garantindo que está correta, completa e alinhada com o que o consulado exige. Tornamos simples um processo complicado, para que a sua atenção fique no próximo capítulo e não na papelada.
Falar com um consultorConduzimos a sua candidatura do início ao fim, para que cada passo seja feito corretamente, sem perda de tempo e de acordo com os requisitos exatos do consulado que a vai decidir.
O visto é apenas o primeiro marco — o objetivo real é o título de residência. O nosso apoio continua até o ter na mão, e uma única taxa cobre todo o percurso até à sua nova vida em Portugal.
Cada documento é verificado quanto à exatidão e conformidade antes da entrega, evitando os atrasos e recusas que pequenos erros provocam. Um portal de cliente seguro reúne os seus ficheiros e as nossas atualizações num só lugar.
Marcamos e coordenamos os seus atendimentos na VFS, no consulado e na AIMA tão depressa quanto a disponibilidade permitir, em datas que se ajustam aos seus planos.
Se algo não correr como previsto, tratamos do recurso ou da correção para recolocar a sua candidatura no caminho certo. Nunca é uma única tentativa — ficamos consigo até haver um resultado.
Faça todas as perguntas de que precisar, sem limite de uma ou duas chamadas. A nossa equipa jurídica está disponível por email e telefone durante todo o processo, com respostas claras e atempadas.
O caminho mais óbvio nem sempre é o que tem maior probabilidade de sucesso. Dedicamos tempo a compreender a sua situação como um todo e indicamos a via que consideramos mais vantajosa para si.
O nosso apoio continua depois de o visto ser concedido. Do seu NIF à conta bancária, tratamos dos detalhes para que se instale com confiança e tranquilidade.
Cumpra as obrigações fiscais desde o primeiro dia, com orientação pensada para expatriados e empresas.
Obtenha o seu número de contribuinte (NIF) e uma conta bancária portuguesa de forma rápida e sem complicações.
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Mudar de país é mais fácil com quem está do seu lado. Com escritórios em Portugal, no Reino Unido, nos Emirados Árabes Unidos, na Turquia e na Austrália, a nossa equipa está no terreno para o ajudar a instalar-se com confiança.
Fale com um consultor e planeamos a sua candidatura D1, do contrato ao cartão de residência.